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Um monte de bobagens direto da cabeça oca de uma eterna pós-adolescente que não tem horas de folga.
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Olá, eu sou a Mini-Bia!!!

É Um Luxo:

- Música dos anos 80

- Frank Sinatra

- Primavera

- Praia selvagem

- Banho de luz apagada

- Gente original

- Filmes sem final feliz

- Nelson Rodrigues

- Admitir que adora novela

- Não temer críticas

- Bota de cano longo com saia

- Delineador

- Ter um monte de amigos

- Ter ao menos um inimigo

- Bombom da Max

- Barbie

- Laetitia Casta

- Ewan McGregor

É Um Lixo:

- Música dos anos 70

- Mariah Carey

- Verão Senegalesco

- Praia de socialites e mar nescauzão

- Sovaco cabeludo

- Cabelo fu

- Gente que trai e mente

- Mentir que não vê novela

- Ser convecional o tempo todo

- Não ter amigos verdadeiros

- Não ter nenhum inimigo

- Gordura hidrogenada

- Boneca de camelô

- Danielle Winits

- Homem massudo

:: Sexta-feira, Agosto 08, 2008 ::

Nós estamos de mudança
Depois de seis anos neste endereço, o Love is an old fashioned word mudou para uma nova casa.
Continuaremos existindo aqui para que você possa se divertir com os posts antigos e seus bizarros comentários.
Mas se você quiser saber o que anda se passando na cabeça oca de uma eterna pós-adolescente que não tem horas de folga, visite:
LOVE IS AN OLD FASHIONED WORD
Vejo vocês lá!
(me atualizem nos seus links)
:: Beatriz Pinto Ribeiro 11:50 AM [+] ::
...
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:: Terça-feira, Agosto 05, 2008 ::
TOP TEN cortando os pulsos
O amIgor, o homem azul aqui do meu lado - ele não para de ser cada vez mais igual ao Chicó, e isso é o melhor elogio que eu posso dar a uma pessoa - me mandou uma lista que ele tirou daqui, sobre as músicas top ten da depressão.
Bem, para quem não quiser seguir o link, eis o que eles escolheram:
1. Sia - Breathe Me
2. Coldplay - Fix you
3. The Smiths - Heaven Knows Im Miserable Now
4. Radiohead - How to Disappear Completely
5. Eminem - Stan
6. Evanescence - My Immortal
7. Annie Lennox - Why
8. Pink Floyd - Comfortably Numb
9. Jeff Buckley - Hallelujah
10. Bruce Springsteen - Secret Garden

Bem, eu não posso concordar com um top ten da deprê que põe Smiths em terceiro lugar.
Embora, como fã do Morrissey, eu tenha que admitir que ele, assim como eu, não cortará os pulsos nesta encarnação, ao contrário do que suas músicas denotavam.
Mas para mim fica realmente difícil fazer um top ten desses sem botar The Smiths nas dez posições. Juro que vou tentar deixar apenas em 3.

Então, aí vai TOP TEN cutting Bia's wrists:
1. The Smiths - Heaven Knows I'm Miserable Now
2. The Smiths - How soon is now?
3. The Smiths - I know it's over
4. Placebo - Black eyed
5. James - Sit down
6. Cartola - Preciso me encontrar
7. The Cure - Close to me
8. REM - Near Wild Heaven
9. Roy Orbison - Crying
10. U2 - When you look at the world

Agora, explico os porquês das escolhas. Eu sei que é comprido, mas vocês são obrigados a ler:
"I was happy in the haze of a drunken hour
But heaven knows i'm miserable now
I was looking for a job, and then i found a job
And heaven knows i'm miserable now
In my life
Why do I give valuable time
To people who don't care if i live or die?
Two lovers entwined pass me by
And heaven knows i'm miserable now (...)
What she asked of me at the end of the day
Caligula would have blushed
'oh, you've been in the house too long' she said
And I (naturally) fled..."

Essa música é o melô do maníaco-depressivo, sem dúvida.
Ou simplesmente a vida do cara é realmente uma merda.
Ele tava lá feliz, porque tinha achado o emprego. Mas a merda do emprego era uma porcaria.
Obviamente, ele tinha levado um rico pé na bunda.
E casais de braços dados e apaixonados sempre ficam esfregando sua felicidade na nossa cara nesses momentos.
Ainda, por motivos que não vamos citar aqui, o pobre morou com os pais durante muito tempo.
E vem uma filha da puta esfregar isso na cara dele!
Senta e chora, Morrissey. Pra sempre.

"I am the son
and the heir
of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
of nothing in particular
You shut your mouth
how can you say
I go about things the wrong way
I am human and I need to be loved
just like everybody else does..."

Coitado, pô! Ele é humano e precisa ser amado, como todo mundo precisa...
Dê-me uma gilete, agora!

"Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
And as I climb into an empty bed
Oh well. Enough said.
I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go (...)

(...) And if you're so clever
Then why are you on your own tonight ?
If you're so very entertaining
Then why are you on your own tonight ?
If you're so very good-looking
Why do you sleep alone tonight ?
I know ...

'Cause tonight is just like any other night
That's why you're on your own tonight
With your triumphs and your charms
While they're in each other's arms..."

Bem, a mãe do Morrissey morreu.
Algum abobado ou abobada trocou o Morrissey muito provavelmente por um ser inferior a ele, que é o que sempre acontece com pessoas maravilhosas com propensão a se encantar por débeis-mentais (tô falando de mim e do Morrissey, não dos débeis-mentais que nos trocam pela escória da humanidade).
Eu não só me ponho no lugar dele, como acho que moro nesse lugar.
É algo tipo: "ei, minha mãe me acha bonito!"
Aqui, acredito que terapia e Paroxetina resolveriam o caso.

"I was never faithful
And I was never one to trust
Borderline bipolar
Forever biting on your nuts
I was never grateful
That's why I spend my days alone
I'm forever black-eyed
A product of a broken home (Broken home)
Black-eyed..."

A pessoa é um compêndio de psiquiatria.
Não é perfeita como as outras pessoas esperam, é mal-agradecida e egoísta (e daí?), por isso passa seus dias sozinha.
Mas pensa bem: é produto de um lar desfeito.
Coitado.

"(...) Its hard to carry on
When you feel all alone
Now I've swung back down again
Its worse than it was before
If I hadn't seen such riches
I could live with being poor (...)

Those who feel the breath of sadness
Sit down next to me
Those who find they're touched by madness
Sit down next to me
Those who find themselves ridiculous
Sit down next to me..."

Bem, este aqui resolveu chamar os companheiros de desilusão para repartir a dor.
Ótimo, optou pela terapia de grupo.
Mas quando eu me sinto assim, eu gosto de estar dentro de um avião, chorando na janela.
É terapeutico.

"Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver..."

Bem, a pessoa está logicamente fora do seu eixo.
Eu quase sempre estou assim.
A gente tende a botar a culpa no lugar onde estamos e, quando se trata de um lugar úmido e chuvoso, até pode ser verdade.
Acho que nesse caso o cara tem que sair mesmo do lugar onde está, tirar umas férias, reciclar...

"i've waited hours for this
i've made myself so sick
i wish i'd stayed
asleep today

i never thought this day would end
i never thought tonight could ever be
this close to me..."

O caso aqui é que eu me compadeço com a dor alheia, ao contrário do que minha alma egoísta e mal-agradecida possa demonstrar.
O Robert Smith era um adolescente emo, como todos os adolescentes, esta raça infeliz, que não deveria existir.
Ele sonhava em se matar quando fizesse 25 anos.
Então o dia chegou e ele não se matou.
Bah, que frustração.
Por isso ele compôs essa música de arrependimento por não ter se matado.
Vejam pelo lado bom: ele compôs coisas melhores depois.
O lado ruim é que ele se tornou um velho gordo e decrépito.

"Whenever we hold each other
We hold each other
There's a feeling that's gone
Something has gone wrong
And I don't know how much longer I can take it
House made of heart break it
Take my head in your hands and shake it
In this near wild heaven
Not near enough..."

Nada pior do que esse sentimento de que o amor acabou.
Na verdade, é uma coisa muito ruim, mas que também tem seu lado bom, pois emagrece.
Assim como essa música que é incrivelmente alegrinha com uma letra tão infeliz.
C'est la vie.

"I was all right for a while, I could smile for a while
But I saw you last night, you held my hand so tight
As you stopped to say "Hello"
Aww you wished me well, you couldn't tell

That I'd been cry-i-i-i-ng over you, cry-i-i-i-ng over you
Then you said "so long". left me standing all alone
Alone and crying, crying, crying cry-i-ing..."

Sem comentários. Isso aí só cachaça cura.

"So I try to be like you
Try to feel it like you do
But without you its no use
I cant see what you see
When I look at the world..."

Bem, essa também tem historinha por trás.
Nada mais triste do que a doença de um ente querido.
Essa música é tipo aquela do Eric Clapton sobre o filho que morreu.
O Bono, tentando, durante a doença terminal do pai, tentar enxergar as coisas da maneira que o pai enxergava, afinal, os dois sempre foram muito diferentes e conflitantes durante a vida.
Neste caso, só o tempo e olhe lá pode dar jeito.

:: Beatriz Pinto Ribeiro 11:12 AM [+] ::
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:: Sexta-feira, Agosto 01, 2008 ::
Para ler ouvindo Almir Sater ou o canto do tuiuiu
Porque existem várias fórmulas de novela.
O estilo de época e engraçadinha, porém sofrida.
O estilo de época pastelão.
O estilo brucutu pelado correndo atrás de mocinha siliconada.
O estilo vilão caricato tenta perverter mocinhas caricatas.
O estilo realismo fantástico sem noção com algum galã ou galoa de idade avançada fazendo um personagem iverossímel e cheio de bordões.
O estilo vou ali no Marrocos ou na Flórida, onde todos falam português fluente e sem sotaque e faço uma campanha de mobilização nacional.
O estilo vilã danada azucrina mocinha idiota até apanhar muito na cara enquanto ambiciosa favelada tenta o estrelato.
O estilo mamão fresquinho na banca da delfim moreira meets drama hospitalar com fundo social e uma helena.
E o estilo vamos mostrar horas de paisagem com uma música melancólica e uma conversa cheia de pausas terminando com "vamo mudá o rumo dessa prosa?" ou um "vá bene, cara mia, tornamo ao lavoro, éco?".
Pois é desse último que eu quero falar.
Minhas congratulações ao Benedito Ruy Barbosa.
Não é melhor que o Maneco, mas chega aos pés de Gilberto Braga.
Explico: a criatura chega em casa podre. Daí quer fazer um escalda-pés e não pensar em nada.
O Benedito Ruy Barbosa é quase um analgésico.
A pessoa fica estática na frente da televisão por horas, como uma tartaruga ao sol.
Chega a ficar semi-vesga tal qual Juma Marruá.
Nada acontece, mas a trama é envolvente.

Então estou vendo Pantanal, 18 anos depois.
Tem os cabelos medonhos da Muda.
Tem o Paulo Gorgulho galã.
Tem a Natália Timberg ainda jovem.
Tem o Rômulo Arantes ainda vivo.
E tem o Deputado Narciso já com mechas!

Além de ser um analgésico, dá uma diversão e tanto.
Recomendo. No SBT, após à novela das 21h30 da Globo.

Larga mão de sê besta i vem mi assisti, senão te passo fogo!
:: Beatriz Pinto Ribeiro 8:27 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Julho 30, 2008 ::
Os neo canalhas e as gueixas de All Star
"Aquele cafajeste de outrora mudou, não é mais o tipo machista e intolerante.
Esqueça o Jece Valadão. Há outro canalha mais perigoso em ação, uma mutação cultural:
um canalha caseiro, que se aproxima da mulher para roubar sua alma."

Essa sentença é do Fabrício Carpinejar.
Mas eu já bati nessa tecla tanto nos meus escritos como na minha experiência pessoal.
O canalha de hoje vê filme francês, não têm muitos amigos homens, morre de amores pela figura materna, mas engana todo mundo mesmo sem trocar os lençóis.
O que configura também a mutação da mulher moderna.
Após anos de lutas feministas, olha o que conseguimos:
Burros de carga que se matam trabalhando para ganhar menos que os homens, acham aborto massa mas se esquecem da pílula (ui, dá celulite e com celulite eu não conquistarei o MEU homem), dão de graça para qualquer um e continuam tapando o sol com a peneira quando o assunto é canalhice masculina (afinal, você precisa agradar o seu namorado não assumindo sua personalidade e agindo feito uma gueixa. Traiu? Tudo bem, "swee").
Nelson Rodrigues já previa no que essa putaria ia dar desde a década de 60:
"O homem nunca foi tão pouco homem e a mulher nunca foi tão pouco mulher."

:: Beatriz Pinto Ribeiro 11:32 AM [+] ::
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:: Sexta-feira, Julho 25, 2008 ::
tia velha mode on
Olha sóam: odeio gente que representa.
Tipo, sabem aquela comunidade que pede "Madonna, volte a ser puta"?
Também acho. Madonna não é essa senhôra inglesa que tá querendo parecer.
Assim, como tenho vontade de chegar para muitas mulheres que eu conheço e dizer: "Fulana, volta a ser careta!"
Nada mais deprimente que uma pessoa que ignora o seu passado e acha que os outros também esqueceram.
Se até ontem você era uma pessoa normal, levava sua vidinha assim assim, não dá para acreditar que você virou um misto de Rainha de Sabá com Amy Winehouse da noite pro dia.
Tudo ok, é bom reciclar, mas você não vai ser mais amada se matar a sua personalidade em prol de uma repaginada total.
É triste como a Sandy caprichando na fama de vamp.
Então, sejamos moralistas. Não machistas, entendam, isso vale para homens e mulheres.
Hoje, meus guris estavam falando mal das meninas "baladeiras", e crivando no fato de muitas gaúchas dizerem que foram pra "balada", quando essa palavra é inexistente no dicionário local.
Não é a questão da festa, da dança, de pegar ou não pegar alguém.
O que me perturba é o emburrecimeto coletivo que esse tipo de evento ocasiona.
Tipo: as pessoas fingem que beber até cair é bom, fingem que se divertem, fingem que são desapegadas quando na verdade são carentes e desesperadas.
Total simulacro.
Isso não me acrescenta.
Pior é que esse comportamento já me roubou bons amigos.
E me fez me livrar de maus amigos.
/tia velha mode off

Jesus, por que eu não cuido da minha própria vida?
Because that's me.
Aceitem-me crítica, ou me larguem de mão.

Você, volta a ser puta!



E você, volta a ser santa.

Vamo se respeitá!
:: Beatriz Pinto Ribeiro 12:10 AM [+] ::
...
...
:: Quinta-feira, Julho 24, 2008 ::
Roubei da Cris:



You Are Black Pepper



You may be considered ordinary by some, but you're far from boring.

You elevate the mood of any discussion, and people miss you when you're not around.

You are secretly very dominant and powerful. Most can only take you in small doses.


:: Beatriz Pinto Ribeiro 5:07 PM [+] ::
...
...
:: Quarta-feira, Julho 23, 2008 ::
Cá estou eu, amargando minha velhice na blogsfera.
Vejam bem, eu não sei como botar RSS no meu blog, nem meus favoritos na Last.fm sem desconfigurar tudo.
Porque este blog é do blogger, mas não é do blogger.
Ele é antiguinho mesmo.
Sabem, eu queria saber muita coisa, mas não há nenhum nerd que me queira explicar:
- Como mudo de hospedeiro e transfiro todos meus arquivos?
- Como faço para nunca perder meus posts desde 2002?
- Como faço um blog de 2002 ter uma cara de 2008, sem qe os posts antigos mudem de visual?
- Como eu boto o trequinho da Last.fm sem desconfigurar tudo???
Bia, assumindo que não é assim tão nerd.
:: Beatriz Pinto Ribeiro 5:36 PM [+] ::
...
...
:: Terça-feira, Julho 22, 2008 ::
Vocês devem estar cheios da caixa de merda - sem trocadilhos
Mas a verdade é que eu ando preguiçosa e ao mesmo tempo atolada de textos.
É óbvio que é melhor escrever pra mim mesma e para meu seleto público, mas isso ainda não me sustenta.
Há algum tempo eu pensava em escrever literatura infantil. Este final de semana, fui na Cultura com a Luiza e vi que as prateleiras estão vomitando livros para crianças.
Entre eles, eu encontrei um marco da minha infância: a coleção da Anita.
Hoje, procurando uma foto para postar neste blog, achei um site portuga que fez uma sátira à ingenuidade daquelas histórias.
Eis algumas sátiras:




Jorge Drexler
Confesso que conhecia poucas músicas, mas adoro milongas e amei o show.
Aliás, tenho ido a bons shows: Adriana Calcanhoto no Rio e Echo & The Bunnymen e Jorge Drexler em Porto Alegre.
Nada como um bom programa cultural para apagar o marasmo do inverno.


Porque eu também tenho meu dia Maísa Te Despreza

Meu querido, eu sou cantôra!!!
:: Beatriz Pinto Ribeiro 12:21 PM [+] ::
...
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:: Quinta-feira, Julho 10, 2008 ::
O post de hoje é uma homenagem ao Bibico
Tudo porque ele nos mandou isso.
E também porque eu devo pedir desculpas públicas por, na falta de argumentos nas nossas discussões, terminar tudo com "E tu, que é EMO!"
O Bibico não é EMO, mas não contem pra ele que eu admiti isso.

:: Beatriz Pinto Ribeiro 10:07 AM [+] ::
...
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:: Sábado, Julho 05, 2008 ::


Make Babies with friends and celebs!

Meu baby com o Ben Stiler vai ser ruivo.
:: Beatriz Pinto Ribeiro 2:06 AM [+] ::
...
...


Make Babies with friends and celebs!

Este é o Beward, meu filho com o Edward Norton.
:: Beatriz Pinto Ribeiro 2:01 AM [+] ::
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Alguém pode me dizer como um filho meu e do Jude law poderia ter um pé na África???
Ele ficou parecido com Ronaldo, o Fenômeno dos Travestis.


Make Babies with friends and celebs!

:: Beatriz Pinto Ribeiro 1:51 AM [+] ::
...
...
:: Quarta-feira, Julho 02, 2008 ::
Viva la vida
É incrível como o novo álbum do Coldplay me lembra o U2 nos anos 80.
Será que sou só eu que percebo?????
Muito bom mesmo.
Sou péssima para me ligar em lançamentos musicais, portanto, essas músicas só chegaram em mim quando eu estava matando o tempo na Livraria Argumento, do Rio Design da Barra.
Eu tava cansada de estar sozinha, saturada de comida, chateada de ter que esperar duas horas para ver o filme para o qual eu tinha comprado o ingresso e puta da cara por não ter aproveitado loucamente o sábado de sol, pois fiquei dormindo, de exausta que estava.
Daí, entrar naquela livraria e ouvir essas músicas me fez muito bem.

Até as fotos lembram...

Úmido, sombrio e quente
Eis o tempo em Porto Hell.
A cada vez que eu volto de outra cidade, eu gosto menos daqui.
Por favor, alguém podia sair comigo e me mostrar o que há de bom neste lugar?
Tirando alguns restaurantes, meus amigos e minha família, this place sucks.

O Belo da Tarde
Não é da conta de vocês, mas ultimamente apenas um cara tem sido interessante o suficiente para prender minha atenção por algumas horas.
Ah, fora o Danilo Gentili, é claro, que alegra minhas noites.
Bem, não vou dar nome ao boi, mas o boi em questão sabe que esse post é pra ele.
Ele me abre um mundo novo e cheio de conflitos.
Ele me faz ver o melhor e o pior de mim, mesmo sem falar em mim.
Através do seu olhar sobre o mundo, eu conheço novos prismas.
Pra ti, Belo da Tarde: não suma da minha vida. Eu me acostumei com a tua companhia.


:: Beatriz Pinto Ribeiro 6:06 PM [+] ::
...
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:: Sexta-feira, Junho 20, 2008 ::
Mundo, um lugar pequeno
Pauta mole? Não, a cacofonia hoje não é verdadeira.
Mas eu preciso ativar esse blog, e exercitar o que eu mais gosto de fazer: escrever sobre qualquer coisa que não faça parte da comunicação interna nossa de cada dia.
Hoje, enquanto escovava os dentes e passava delineador, eu pensei: os homens não conseguem perceber o quanto o mundo é pequeno.
E as mulheres que não percebem vivem na década de 50.
Vocês não têm nada a ver com isso, mas eu prefiro muito mais ser só do que corna.
Só quem já esteve do lado de lá sabe a delícia de não ser corna.
Eu acho comovente atos românticos de largar tudo e ir com o ser amado para onde o ser amado for.
Mas, hello? Como alguém pode amar e trair?
Isso não existe: quem ama não trai.
E hoje, mais uma vez, eu vou deitar a cabeça no travesseiro e dormir como um bebê.
Porque eu simplesmente tenho a consciência mais leve do universo.

This is how my conscience feels...

:: Beatriz Pinto Ribeiro 11:07 AM [+] ::
...
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:: Segunda-feira, Junho 16, 2008 ::
People on the streets...

Esta noite eu sonhei que era demitida por ter enviado um e-mail coletivo elogiando o ócio criativo.
Para deixar claro, eu nunca enviei nenhum e-mail elogiando o ócio criativo enquanto acordada, embora seja uma fã incondicional desta linha de pensamento.
Também creio que não seria demitida por isso, ao menos na minha área.
Hoje, mais do que nos outros dias, esse pesadelo me deixou com uma sensação horrível de realidade.
Ultimamente me sinto sob pressão, como se fosse explodir em um dia de fúria.
Claro que, graças à paroxetina, até a TPM está sob controle, mas...
Eu tenho achado o mundo um lugar banal.
Não digo o meu mundo apenas, Porto Alegre e tals.
Falo do encurtamento de distâncias e facilidades de acesso.
Hoje qualquer bagual vai à Europa na hora que bem entender.
Começo a compreender o susto da Ju ao ver o Brasil inteiro no metrô de Londres.
Desculpem, mas eu sou uma pobre elitizada.
Eu acho que cada um com seus prazeres, mas Deus tem que começar a dar nozes apenas a quem tem dentes.
Nasci em berço nada esplêndido, mas com um bom gosto incrível para tudo.
Eu sou sim, o arauto da aristocracia, modéstia completamente à parte.
Mas me faltam recursos financeiros, mesmo que hoje as pessoas paguem tudo depois de amanhã.
Por ser uma aristocrata, eu não gosto de ter dívidas.
Por ser falida, eu teria que contrair dívidas, mesmo que seja com o banco, para seguir meus prazeres.
Então, somos uma geração de endividados. Alguns claramente fubangos, outros claramente aristocratas, todos falidos, todos querendo ter o que não podem, ou dinheiro, ou classe. O primeiro cai quase sempre em mãos erradas, a segunda só nasce em poucos e bons.
Assim seguimos, sob pressão e sem amor, cause love is such an old fashioned word.


:: Beatriz Pinto Ribeiro 10:46 AM [+] ::
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